sexta-feira, 22 de maio de 2015

Porque nem só de prática vive a Educação Musical...

Olá, prezados seguidores do meu blog!

Há cerca de dois anos e meio eu comecei um grupo de estudos em uma escola onde trabalhei, mas acabou não dando certo por várias razões...

Há cerca de 2 meses o retomei, com uma amiga e companheira de reflexões em educação musical desde a época do primeiro grupo de estudos formado. Outras pessoas que convidamos não puderam estar, por questões de horário e disponibilidade. 

Desta vez, o grupo acontece por revezamento: uma semana na minha casa, outra semana na casa dela. 

O que estudamos?

Bem, pretendemos estudar não somente sobre Educação Musical, mas sobre Educação. E começamos, aliás, retomamos o que começamos a estudar naquela época do primeiro grupo, por considerar não somente que deveríamos concluir o assunto, mas que ele é importante o suficiente para que seja retomado em profundidade. 

No momento, estamos estudando COMPETÊNCIAS. O conceito, o que implica, os entraves, e temos percebido que é impossível, repito, impossível delimitar um escopo fechado de competências (em qualquer área, mas no nosso caso, musicais), pois elas emergem do contexto e a ele servem, e para além dele são aplicadas. Como os contextos são dinâmicos, mutáveis, e portanto, flexíveis, começamos a acreditar que é possível delineá-las de modo geral, o que já arrisquei fazer no texto já publicado aqui no blog, Competências no ensino de música 

Pretendemos, futuramente, começar a escrever algo juntas e, claro, publicar, seja formalmente, ou aqui, no blog. 


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